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1532 – Colonos portugueses introduzem
as primeiras videiras no estado do Rio Grande do Sul.
Padres jesuítas continuam a tradição de fabricação
de vinho até o século XVII.
Século XIX – Imigrantes açorianos
resuscitam a fabricação de vinho, usando inicialmente
videiras americanas (Isabella, em especial). Com a
chegada dos imigrantes italianos, vieram as videiras
Barbera, Bonarda Trebbiano e Moscato.
1920 – O mercado nacional é estabelecido
com o surgimento das primeiras cooperativas.
1970 – Grandes empresas multinacionais, como
Moet, Seagram, Domecq & Martini & Rossi instalam-se
no Brasil e começam a produzir os primeiros vinhos
de qualidade. As empresas estrangeiras trazem consigo
a mais moderna tecnologia em vinicultura (controle
de temperatura, tanques de aço inox, tonéis de carvalho)
e usam variedades de uvas como Chardonnay, Cabernet
e Merlot.
1980 – Marca o início da
atividade de vitivinicultura no nordeste do Brasil.
Incialmente, a produção é voltada a uvas de mesa,
e mais recentemente para o vinho.
Hoje – Com uma
produção anual de 50 milhões de litros, o Brasil ocupa
lugar de destaque como grande produtor de vinho na
América do Sul, após Chile e Argentina. Principais
variedades de uvas viníferas colhidas no país incluem
Chardonnay, Riesling, Gewurtztraminer, Cabernet Franc,
Merlot e Cabernet Sauvignon.
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